domingo, 4 de abril de 2010

Em toda a semana, a ação mais esperada e mais desejada nesse momento em que eu me encontro era o choro, chorar por nada, chorar pelo gosto do choro, chorar de verdade, morrer de angustia, se afogar em lagrimas. Entrei no banheiro, liguei o chuveiro e sentia a agua, via meu corpo no espelho. pensei... esta acabando esse feriado/final de semana aonde eu consegui ter tempo para me entender, tempo para me proucurar e achar, forçei o choro mas ele não veio ou melhor muito pelo ao contrario o choro estava no meu rosto, na face angustiada, como eu queria que o tempo parasse mas daqui a pouco a pressão angustiante estara de volta, me perdoem o drama, mas é o desejo de me jogar num palco ou algo do tipo que me deixa assim ou melhor os problemas aleios que eu farei questão de esqueçer e viver outra situação bem diferente, coisas boas no ar, quantas vezes eu repeti isso? E por quantas vezes isso acabou quando eu pego aquele papel na mão? MALDITO PAPEL eu quero que ele vá pro inferno, que se afaste de mim. A sensação de liberdade, o vento no rosto, eu quero viver de ilusões é la onde eu quero estar, inventar o mundo, escutar uma musica, um beijo todo meu, um pano no rosto nos protejendo de toda maldade e um grande viva a simplicidade, essa que nos persegue e nos cerca, nos cerca você e eu, nos envolvemos, somos so eu e você agora, e todo resto que nos alcançarmos sera nosso. meu e seu!

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